O Elixir Do Amor

Publicada em 1978, esta é uma história do Mickey e de um dos personagens prediletos de papai, o Esquálidus, que inventa um “elixir do amor”.

O problema é que o elixir deixa agressivo a quem o ingere, enquanto inspira todos à sua volta a ficarem dóceis e amorosos, o que é claro causa uma confusão danada.

O gazecaradraursa (uma mistura de gato, zebra, cachorro, rato, dragão, urso e sapo) Pflip toma uma dose e fica agressivo, ainda mais quando o chamam de “cachorrinho”. Esta é uma característica que o Pflip tem em comum com o Lobo, o minúsculo chihuaua de 00-Zéro e Pata Hari: nenhum dos dois gosta de ser chamado assim.

Essa, é claro, é parte da graça. Esses bichos pequenos costumam mesmo ser nervosinhos, na vida real; o que surpreende e faz rir é a capacidade desses personagens de dar a maior surra nos mais corpulentos bandidos, quando provocados.

Interessante é o destino final dado pelo Esquálidus ao elixir. Papai que me perdoe, mas se funciona apenas por se espalhar pelo ar nas gotículas aspergidas pela fonte da praça, deixando amorosos todos os que ficam perto dela sem causar agressividade em ninguém, para quê ingerir?

De qualquer maneira, o problema do elixir é resolvido, e é isso o que importa.