O Morcego Verde

Ao que parece, o sucesso do Morcego Vermelho foi tanto, que em 1975 até o Zé Carioca estava lendo os gibis, e se tornou fã incondicional do Morcego de Patópolis.

O Zé já começa a história tendo de enfrentar um certo preconceito por parte da turma, que acha que ele está doente, ou coisa parecida. Tenho certeza que meus amigos fãs de Rock entendem o que é isso… 😉

Mas quando o bandido Joca B.B. ataca, o Zé resolve tomar uma atitude, e “dar” um herói ao Rio de Janeiro.

MV

O Morcego Verde não tem armas, não tem equipamentos, nem sequer tem molas nos pés, e a máscara, feita de um velho par de óculos, também não engana ninguém. A única coisa que o Verde tem em comum com o Vermelho é o jeitão atrapalhado e a vontade de ser um herói e lutar contra o crime.

Joca BB

Mas pelo menos seu ajudante, o cachorrinho Soneca, é muito útil quando chega a hora de realmente lutar com o bandido.

soneca

Bandido esse, aliás, que cavalga um cavalinho de madeira e cabeça de meia, no melhor estilo Pena Kid, o Vingador do Oeste. Pode-se até dizer que, do mesmo modo como o pequeno caracol com antena de TV era a marca registrada do Renato Canini, o cavalinho de cabo de vassoura era a de papai.

A graça da história, além do surgimento do Morcego Verde, está na perseguição, na luta do herói que não acerta uma e só apanha com o bandido, que de um modo ou de outro acaba preso no final.

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