No Tempo Dos Bucaneiros

Sátira histórica com o Metralha Azarado, de 1979.

Papai gostava de retratar “antepassados” dos Irmãos Metralha em diversos períodos da História mundial.

Desta vez é o Azarado 1313 que faz o papel de pirata, numa história contada pelo Vovô Metralha. Todos os clichês do Azarado se aplicam: todo navio em que ele embarca, afunda, por exemplo. Ele é também atrapalhado, a ponto de derrubar balas de canhão no próprio pé, e mesmo quando parece estar tendo alguma sorte, logo as coisas se viram contra ele novamente. Mas para um marinheiro que não sabe nadar, até que ele não se dá tão mal.

Há também várias referências às histórias clássicas de piratas e marinheiros: os ratos que acompanham o 1313 durante toda a história são, segundo a tradição, sempre os primeiros a abandonar um navio que está para afundar, mesmo que a tripulação ainda não tenha percebido o perigo.

“O Esquife”, nome do navio pirata que recolhe o Azarado depois do primeiro naufrágio, é sinônimo de “caixão” (isso, daqueles funerários). “Capitão Flint” é o nome do capitão fictício do navio pirata Walrus do livro A Ilha do Tesouro (1883) de Robert Louis Stevenson, e “Benn Gunn” é o nome de outro personagem do mesmo livro.

E a Ilha Barataria, que o Azarado acaba conseguindo alcançar com parte do tesouro, ficava na rota entre as ilhas de Grande Terre e Ilha Grande, na Louisiana, e era a base do contrabandista Jean Lafitte (1776 – 1826), um pirata e corsário francês que agia no Golfo do México no início do século XIX.

1313 pirata

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s