O Monstro Da Dimensão Violeta

História do Professor Pardal, de 1982.

Papai era assíduo visitante e ávido leitor da biblioteca de revistas em quadrinhos da Abril daqueles tempos. Quem, senão ele, poderia descobrir esse obscuro e hilário monstro italiano, e ainda por cima usá-lo com tanta desenvoltura?

A história é despretensiosa e cheia de referências a uma das histórias italianas que papai certamente leu, onde aparentemente o Monstro Risonho e carinhoso havia simpatizado muito com o Tio Patinhas. Ela serve também como uma “apresentação” do monstro ao público brasileiro, talvez com vistas à publicação de outras possíveis histórias com esse personagem, o que acabou não acontecendo.

Transportado da Dimensão Violeta, paralela à nossa, para o laboratório do Pardal, o simpático monstro de qualquer maneira representa uma certa ameaça, porque apesar de carinhoso é alto, pesado e forte. Além disso, o povo de Patópolis certamente não está preparado para dar de cara com seres de outras dimensões no meio da rua.

Risonho

Toda a ação se passa dentro do laboratório do Pardal, mas nem por isso a história deixa de ser engraçada. O monstro certamente não pode sair, mas quem disse que outros não podem entrar? A correria certamente é grande.

Engraçados também são os nomes das máquinas envolvidas, o “xeretoscópio”, uma espécie de telescópio especial para xeretar outras dimensões, e o “xiscópio”, que traz os seres de lá para cá.

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