O Clube Dos Peraltas

Publicada ela primeira vez em 1975, é uma história dos Metralhinhas, outra daquelas nas quais todos os personagens são vilões.

Cansados de serem os únicos peraltas do bairro e de brincar só entre eles próprios, os Metralhinhas resolvem criar um clube e angariar novos sócios. O problema é que as outras praguinhas atraídas pela placa são bem mais “barra pesada” do que eles, já que todo mundo sabe que a Família Metralha é composta em sua maior parte por ladrões “pé de chinelo”, que se acham espertos, até praticam assaltos, mas que não são realmente maléficos.

Os três sobrinhos do Mancha Negra (que aliás só aparecem em duas histórias, as duas de autoria do meu pai, o que me leva a crer que foram criados por ele) metem medo, como o tio, basicamente por causa da capa preta e aura misteriosa, mas os vilões  “de verdade”, especialmente por causa de seus poderes mágicos e falta de escrúpulos em usá-los, são realmente os bruxinhos Peralta e Perereca.

A trama se baseia na crença que “chefs demais entornam o caldo”, no sentido de que quando todos querem chefiar, a situação se complica. As regras estabelecidas pelos fundadores do clube são questionadas pelos recém-chegados, e os métodos para tentar resolver o impasse são tudo, menos honestos.

Clube Peraltas

É claro que não poderia dar certo, mas até aí o leitor já riu da situação até ficar com a barriga doendo, e na verdade é isso o que realmente importa.

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