A Máquina Fabulostática

História do Superpateta, publicada pela primeira vez em 1975.

A história gira em torno do “funcionamento” dos superamendoins em comparação com amendoins comuns, e também no modo como o próprio cérebro do Pateta funciona.

Nosso herói é certamente bastante simplório, e tem gostos e diversões simples, como comer amendoins comuns e assistir filmes antigos na TV. O interessante é que ele parece até falar com a TV, quando a programação é interrompida para uma notícia repentina.

Pateta TV

Ao partir repentinamente para a missão de enfrentar um meteorito que está entrando na atmosfera da terra, o (Super) Pateta sem querer enche seu chapéu com amendoins comuns, e não com os “super”. O que ninguém sabe é que o objeto é na verdade uma máquina hipnótica criada pelo Dr. Kanhestro para confundir a cachola do nosso herói.

Mas a verdade é que ele não é assim tão boboca, e começa a perceber que as cenas que ele passa a ver na sua frente lembram muito as dos filmes que ele gosta de assistir. O primeiro filme que ele cita (O Herói Voador Entre os Selvagens) realmente não existe, mas coisas como “O Ídolo do Futebol” (1940), “Forte Apache” (1948) e “O Rei do Deserto” (1925) certamente existem. Outra referência é à série de TV “Perdidos no Espaço” (1965), que aqui papai chama de “Perdidos no Cosmos”, e representa com a participação especial do robô que agita os braços e grita frases de alerta.

Superpateta perdidos

Depois de algum esforço mental ele percebe que algo está realmente errado, e inclusive que essa confusão toda deve estar ligada àquele “meteorito” que ele chutou. Como vemos, ele pode ser boboca, mas não é burro. Com mais algum esforço consegue até comandar o que acontece em seus delírios hipnóticos, mas é só depois que o povo de Patópolis começa a chamar por ele que o Superpateta consegue realmente despertar da hipnose.

Quando ele está quase em Patópolis novamente, o efeito dos superamendoins começa a passar. É aí que ele percebe que, na pressa, colocou amendoins comuns no chapéu. O interessante é que nas histórias de papai o efeito de uma pequena dose de superamendoins passa de repente, mas o de uma dose cavalar passa devagar, e é isso que permite ao nosso herói terminar sua missão, mesmo que meio desastradamente.

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