Festança Na Roça

História do Zé Carioca, de 1973.

Este é um roteiro do tipo “tudo está bem quando acaba bem”. Mas antes de acabar, começa com o Zé se sentindo meio mal exatamente na noite de São João. Ninguém o convidou para festa junina nenhuma e ele está meio grilado, achando que foi alguma coisa que ele fez.

Para adicionar mais lenha à fogueira, ele está devendo dinheiro a um proprietário de um imóvel onde morou. O plano do Zé é trabalhar para poder pagar a dívida, mas enquanto isso não acontece, ele teme a fúria do credor, cujo nome – “Vascon Domínio” – é um trocadilho bastante óbvio com a palavra “condomínio”.

Finalmente convidado para a festa da Rosinha, que – moça rica e fina – não se importa nem um pouco se ele come demais nas festas e apenas quer tê-lo por perto, o nosso herói acaba se deparando com o credor, que também foi convidado, e passa a festa inteira se escondendo, em várias situações, uma mais cômica que a outra.

ZC credor

Até no Pau de Sebo ele acaba subindo para escapar do homem e, como todos sabem, quem consegue escalar o brinquedo tem direito a um prêmio, o que vem bem a calhar e leva a um final feliz do tipo “história de Natal”.

É uma história simples e direta, sem grandes reviravoltas, mas cheia de momentos engraçados, na qual todos os elementos estão presentes desde o início e vão se recombinando em um “crescendo” até culminar com o inevitável desfecho.

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