O Espelho Das Gargalhadas

História do Professor Pardal, de 1976.

Preocupado porque o povo de Patópolis anda pelas ruas carrancudo, o nosso inventor predileto resolve inventar um “super” espelho de parque de diversões, daqueles que distorcem a imagem das pessoas. O objetivo é tentar fazer as pessoas nas ruas rirem mais, mesmo que o espelho precise persegui-las pelas calçadas.

Pardal espelho

Esse tipo de espelho não é uma memória de infância apenas do Pardal, mas de meu pai e minha, também. Dois desses, aliás, ficam há muitas décadas num cantinho do velho cassino no alto do Monte Serrat em Santos. Papai se divertiu muito com eles quando criança, e anos depois levou a família para rir na frente dos mesmos espelhos.

Pardal espelho 1

Mas é claro que a ideia em sua forma inicial não dá certo, e acaba causando pânico generalizado na cidade, completo com boatos de uma invasão de monstros alienígenas. Desgovernado, o espelho causa a maior confusão, que é parte da graça da história.

O outro elemento cômico é a série de infortúnios sofridos pelo Lampadinha durante toda a história. Ele simplesmente se dá mal, por um motivo ou por outro, em todas as páginas. E quanto mais ele se estrepa, mais a gente ri.

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