A Cerca, Ora A Cerca!

Em 1981, Donald e Silva tentaram fazer as pazes novamente. Eles bem que tentaram.

A lógica pela paz é forte, as intenções são boas, mas é claro que esse “cessar fogo” não poderia durar muito tempo. A coisa começa a dar errado logo na primeira página, quando eles resolvem derrubar a cerca que separa os dois quintais, em sinal de amizade, e com a madeira fazer uma festa junina fora de época.

Donald Silva Cerca

Até aí, tudo bem. Mas a proximidade das duas casas, o tamanho exagerado da fogueira e o vento, que começa a soprar faíscas para todos os lados, logo vão acender os ânimos e fazer com que os dois comecem a brigar novamente. O suspense, nesta história, nem é sobre se os vizinhos encrenqueiros vão voltar a brigar, mas sim quando e como isso vai acontecer. Nem o Ronrom, que tenta proteger os patos de maiores acidentes, consegue evitar o pior.

Donald Silva Cerca Ronron

Mas fica a pergunta: quanta amizade é “amizade demais”? Especialmente quando é uma amizade forçada, entre duas pessoas que sinceramente não se topam, mas que sabem que pelo bem da boa vizinhança, não deveriam brigar.

Donald Silva Cerca amigos

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