O Dono Da Bola

História do Zé Carioca, publicada pela primeira vez em 1975 e republicada recentemente.

A inspiração aqui são as clássicas peladas jogadas por crianças nos campinhos de bairro nos tempos de infância de papai. O menino que era o dono da bola costumava mandar na brincadeira. Sem bola não há jogo, e quanto mais “chique” fosse a redondinha, melhor para o seu dono, que passava a poder fazer todo tipo de exigência: desde ser escalado até, em casos extremos mas nada raros, tentar acabar com o jogo se o resultado não o agradasse.

ZC bola

Tanto, que a expressão “dono da bola” é usada até hoje para designar o “chefe”, ou “mandão”, de uma determinada situação, e virou até mesmo o nome de um programa de TV da Band.

Em nossa história a bola é presente da Rosinha pelo aniversário do Zé após um “misterioso bilhete”, o que dá a ela o direito de assistir ao jogo contra o time de Nanicópolis de camarote. Um camarote algo criativo demais, mas pelo menos a vista do campo é boa.

ZC bola1

Já o time adversário composto por nanicos só reforça a “impressão” de jogo de futebol de moleques, aqueles no estilo “5 vira e 10 acaba”.

ZC bola2

O resto da graça da história fica por conta do juiz incompetente e ladrão, que não pode faltar neste tipo de história, e dos tropeços (literalmente) dos dois times dentro de campo, até o surpreendente desfecho.

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