O Rastreador-Morcego

História do Morcego Vermelho, de 1976.

Aqui temos a apresentação de mais um aparelho maluco do Professor Pardal, inventado para ajudar o nosso herói em sua luta contra o crime: um farejador eletrônico à base de “essência de faro apurado de perdigueiro”, o que o torna tão bom de faro quanto qualquer cachorro. Mas essa aparente vantagem vai se transformar também na sua maior desvantagem.

Um antigo ditado Zen diz que “todas as coisas contém em si o seu contrário”, e este parece ser o caso, aqui também. Afinal de contas, apesar do faro excepcional, um cão farejador é apenas tão bom quanto o seu treinamento. Mas a coisa mais engraçada nesse aparelho, além da sua capacidade de criar confusões, é claro, é o som que ele emite, semelhante ao grunhido de um porco:

MOV Rastreador

Já o bandido da vez é dos piores, o terrível Mancha Negra, que está atacando as joalherias de Patópolis. Ele não tem medo da polícia, nem do Morcego, nem de ninguém. Mas isso não quer dizer que ele não será preso no final. Só que antes ele vai ter um “contato imediato” com a invenção do Pardal, com efeitos hilários e desastrosos.

MOV Rastreador Mancha

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