O Conde Dráculo

História do Morcego Vermelho, publicada em 1978, quase um ano após sua criação.

A inspiração vem das histórias de terror que papai escrevia nos anos 1960, com um leve toque de “Os Jardins da Morte”, já comentada aqui, e uma pitada generosa de clichês em geral de histórias de vampiro e de bruxa.

O Mancha Negra resolve se fantasiar de vampiro e atrair o Morcego Vermelho para um castelo mal assombrado e aparentemente abandonado nas proximidades de Patópolis, com a intenção de capturá-lo e descobrir sua identidade secreta. Mas sinceramente, e papai esperava que o leitor concordasse com ele, a fantasia não engana ninguém:

MOV Conde

(A não ser o Morcego, é claro.) O fato é que o vilão até consegue encurralar o herói na masmorra do castelo. Será esse o fim do Morcego Vermelho? Mas quando o bandido está quase desmascarando o nosso herói, aparece a “carta na manga”, a solução no “estilo Spielberg”, aparecida virtualmente do nada.

MOV Conde1

 

O castelo não era abandonado, afinal de contas. E se o leitor pensar um pouco, quantos velhos castelos realmente existem nos arredores de Patópolis, além daquele que é ocupado pelas bruxas Maga e Min quando elas visitam a cidade? Então: ele estava apenas desocupado, e agora quem está em apuros é o Mancha. É aí que o Morcego aproveita a confusão para escapar. O Mancha tenta fazer a mesma coisa, até consegue fugir do castelo, mas não escapará ao castigo aplicado pela bruxa apaixonada. Quem o mandou mexer com quem estava quieto?

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