A Corrida De Vassouras

História das bruxas, publicada uma vez em 1975 e outra em 1984.

Um ambiente de festa é sempre uma boa oportunidade para se colocar muitos personagens diferentes juntos, entre convidados, penetras e outros bichos.

Aqui temos personagens bem conhecidos do leitor, outros ainda desconhecidos, como os bruxos hippies da “Escuderia Feitiço”, e até mesmo duas bruxinhas muito parecidas, que alguns consideram ser uma personagem só, mas que para papai eram duas: a Magali e a Perereca. Na verdade Bruxópolis está tão cheia de bruxos de todos os tipos vindos para a grande corrida anual que até papai está na linha de largada, de chapéu de bruxo e vassoura.

Bruxas corrida

Esta história foi composta mais ou menos da mesma maneira que uma poção de bruxa, com elementos bem definidos (que aliás lembram a história “O Torneio De Aeromodelos”, de 1973, já comentada aqui): temos os personagens que vão participar da corrida, cada um com sua estratégia para vencer (desde poções tradicionais até altas tecnologias ultra modernas), os penetras que estão ali para estragar a festa, e o azarão subestimado por todos (o leitor incluso) com sua humilde vassoura voadora antiquada para os padrões dos adversários.

A competição é acirrada, e desconfio inclusive que nem a Nimbus 2000, de Harry Potter, seria páreo para algumas das vassouras “envenenadas” pelo Bruxinho Peralta. Mas os Anões Maus, que na verdade são duendes e inimigos das bruxas, resolvem estragar todas as poções de envenenamento de vassouras com ervas daninhas. As pessoas em geral olham para esse tipo de erva como se fossem mero mato, mas quem prestar atenção à semântica do nome perceberá que elas são um pouco mais do que isso.

O efeito da sabotagem é, obviamente, devastador. Precisamos lembrar que aqui, ao contrário de outras histórias de corrida e competição, todos os personagens são vilões, em maior ou menor grau. Portanto todos, de certo modo, merecem ser vítimas da bagunça. Mas isso não quer dizer, é claro, que o feitiço dos “principais vilões” não vai virar contra os feiticeiros no final.

Bruxas corrida1

Aviso aos navegantes:

Não, este blog não lida com autocríticas. Muito pelo contrário, e isto é intencional, como vocês já devem ter percebido. Já existe gente de alma pequena o suficiente para tentar criticar, colocar para baixo e esquecer, algumas vezes intencionalmente, o trabalho de um artista genial (e de seus colegas desenhistas e outros argumentistas, tão geniais quanto), como se não bastasse o fato de que eram todos anônimos no início por força de contrato.

Então poupem os pomposos e arrogantes dedinhos de digitar abobrinhas rebuscadas. Eu sei o que eu estou fazendo, e as reações positivas dos fãs da Disney em geral nas redes sociais certamente não me deixam esquecer de que este blog é, sim, necessário e que estamos, todos nós, fãs de quadrinhos, no caminho certo.

Os cães ladram e a caravana passa. Tenho dito.

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