Sa, Se, Si, Só… Supeta!

História da Fofura, de Ely Barbosa, publicada em 1987 pela Editora Abril.

Na lista de trabalho de papai o nome desta história tem um (T) ao lado, o que quer dizer que minha mãe deu a ideia, ou de alguma outra maneira participou do desenvolvimento da trama.

O personagem “Nenê”, como todo bom bebê que acabou de aprender a falar, fala pelos cotovelos, mas tudo errado. “Come” os R, ou os troca por L, Escovão vira “Estovão”, e por aí vai. A chupeta, sempre na boca, pode ter algo a ver com isso, mas a verdade é que, do ponto de vista do desenvolvimento do cérebro humano, crianças pequenas podem mesmo demorar um pouco para conseguir pronunciar corretamente algumas palavras.

E não há nada que se possa fazer a não ser continuar conversando com a criança normalmente até que ela descubra sozinha como falar todas as palavras. Isso acaba acontecendo naturalmente depois de algum tempo, mas alguns pais de primeira viagem acabam achando que conseguirão ensinar seus filhos a falar corretamente antes da hora, e acabam se frustrando com isso.

Fofura supeta

A coelhinha Fofura, que é também a professorinha da floresta, fica impaciente com a pronúncia do amiguinho e acaba cometendo o erro de querer ensinar o Nenê a falar por meio dos famosos “trava línguas“, o que acaba levando a uma série de situações hilárias.

Fofura supeta1

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