Zé Lamparina

História do Zé Carioca, de 1981.

Esta é mais uma da série “como não fazer um filme”. Desta vez a produção (que é mais um dos empreendimentos culturais da Rosinha) é mais séria, com boas fantasias e equipamentos de filmagem, atores “de verdade” convidados e até um diretor profissional, mas é claro que também não vai dar lá muito certo.

Como sempre papai abusa dos nomes satirizados, como Cecílio B. de Milho (Cecil B. DeMille) para o cineasta tio da Rosinha, e Tôni Rangos (Tony Ramos) para um certo ator que é um “famoso galã de telenovelas” e que será, aqui, o foco de todo o ciúme do Zé. O “Tio Cecílio” é criação de papai, e foi usado novamente em mais uma história com o tema cinema alguns anos depois.

ZC Lamparina

O Zé pode até ser parecido com Zé Lamparina, o Rei do Cangaço, que é mais uma brincadeira com o cangaceiro Lampião, mas é também um canastrão nato. Nenhuma cena com a presença dele pode resultar em alguma coisa que preste. E assim, de novo, a atuação descamba para algo parecido com as antigas brincadeiras de “bangue bangue” das crianças, incluindo os “tiros” dados aos berros, quando acaba a espoleta.

ZC Lamparina1

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