O SuperBanzé

História do Banzé, escrita em 1974 e publicada pela primeira vez em 1978.

As histórias do cachorrinho e suas irmãs são sempre mais infantis e inocentes, em tramas de até quatro páginas e com aventuras que refletem aquelas de crianças bem pequenas.

Hoje papai revisita aquele “trauma de infância” que teve quando era pequeno, ao não conseguir se transformar em “super” após ler suas primeiras revistas em quadrinhos de super heróis, mesmo imitando todos os detalhes, usando uma capa vermelha, gritando palavras mágicas, etc.

superbanze

Assim, o Banzé começará a história pensando que basta somente usar a capa vermelha amarrada no pescoço para poder voar. Quando isso não funciona, ele grita “xaxam”, come amendoins, e finalmente coloca molas nas patas traseiras, como se fossem um “equipamento Morcego”.

A capa vermelha, aliás, é o que têm em comum o Capitão Marvel, o Superpateta e o Morcego Vermelho, entre outros heróis que se vê por aí.

De resto, o cãozinho pode até não conseguir os superpoderes que deseja, mas tem suficiente sucesso imitando o Morcego Vermelho. Isso não é por acaso: de todos os heróis citados, o Morcego é aquele que foi criado por papai, e dentre todos o seu predileto.

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A História dos Quadrinhos no Brasil, e-book de autoria de papai, pode ser encontrado na Amazon 

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Uma opinião sobre “O SuperBanzé

  1. Meu trauma de super-herói foi no Carnaval. Eu tinha uns dez anos e queria ir ao matinê, não me lembro se foi no clube sírio-libanês ou no Suriã, aqui em Campo Grande. Eu queria ir de Super-homem mas só consegui a capa vermelha, que mamãe costurou na máquina. Fui de chorte e a capa vermelha. Um espécie de Super-Tarzã. Ao entrar, meio triunfal, tinha uma menina lourinha e sardenta. Me viu e foi tirando o sarro. Achou super-ridículo. Gritou, chamando o tio:
    — Tio! Vem ver a fantasia dele!
    Na matinê seguinte mamãe perguntou se eu queria minha capa vermelha.
    Nunca mais quis saber de me fantasiar de Super-herói.

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