Um Agente Pouco Secreto

História do Zé Carioca, de 1974.

Histórias de espiões, como esta série do Barão de Bazófia, são um bom pretexto para trocas de identidade, raptos, perseguições, explosões, e todos os outros clichês comuns do gênero, com a inspiração advinda de filmes de espionagem como os do Agente Secreto 007, como a referência no primeiro quadrinho deixa bem claro.

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Esta é a terceira das quatro histórias que papai fez para o Barão, e eu creio que é a melhor delas, a mais autêntica e fiel ao tema “espionagem”. Hoje somos lembrados, inclusive, de que o Barão está a serviço “de sua majestade” o Rei da Pipocolândia, no melhor estilo 007.

Interessante de se ver são as trocas de roupa do Zé, que quase nunca é visto vestindo algo que não seja a calça azul e a camiseta branca. Hoje ele vai trocar de roupa várias vezes, primeiro com o próprio Barão, e depois até mesmo com o Nestor.

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Mas talvez a coisa mais legal de hoje seja a Rosinha no papel de “Bond Girl”: ela é certamente a mocinha da história, mas de “frágil e indefesa” ela não tem nada.

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Outra boa sacada é a “running gag” com o Nestor, que passa a história inteira, do primeiro ao último quadrinho, tentando entender o que é essa confusão toda.

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Já leste o meu livro? Quem ainda não leu está convidado a conhecer minha biografia de papai, à sua espera nas melhores livrarias: Marsupial – Comix – Cultura 

A História dos Quadrinhos no Brasil, e-book de autoria de papai, pode ser encontrado na Amazon 

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