O SuperBanzé

História do Banzé, escrita em 1974 e publicada pela primeira vez em 1978.

As histórias do cachorrinho e suas irmãs são sempre mais infantis e inocentes, em tramas de até quatro páginas e com aventuras que refletem aquelas de crianças bem pequenas.

Hoje papai revisita aquele “trauma de infância” que teve quando era pequeno, ao não conseguir se transformar em “super” após ler suas primeiras revistas em quadrinhos de super heróis, mesmo imitando todos os detalhes, usando uma capa vermelha, gritando palavras mágicas, etc.

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Assim, o Banzé começará a história pensando que basta somente usar a capa vermelha amarrada no pescoço para poder voar. Quando isso não funciona, ele grita “xaxam”, come amendoins, e finalmente coloca molas nas patas traseiras, como se fossem um “equipamento Morcego”.

A capa vermelha, aliás, é o que têm em comum o Capitão Marvel, o Superpateta e o Morcego Vermelho, entre outros heróis que se vê por aí.

De resto, o cãozinho pode até não conseguir os superpoderes que deseja, mas tem suficiente sucesso imitando o Morcego Vermelho. Isso não é por acaso: de todos os heróis citados, o Morcego é aquele que foi criado por papai, e dentre todos o seu predileto.

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Os Anjinhos

História do Banzé publicada uma vez só em 1976.

Mais do que para crianças, esta é uma história para os pais da maioria dos leitores. É uma advertência para quem acha que pode tirar os olhos das crianças pequenas por um minuto que seja, e deixá-las dormindo enquanto vai fazer outra coisa.

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Infelizmente a imprensa tem nos trazido, nos últimos anos, muitos relatos de crianças que desapareceram, ou pior, morreram, porque seus pais acharam que podiam deixá-las sem supervisão. O caso mais notório da última década é o triste desaparecimento de Madeleine McCann, ainda sem solução.

Como é uma história Disney, nada de mais acontecerá aos filhotes de Lili e Viralata, apesar de toda a confusão que papai consegue emprestar a uma trama de apenas duas páginas. Mas qualquer adulto, ao ler a história, compreenderá que a vida real pode não ser tão generosa.

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Banzé Das Selvas

História do cachorrinho Banzé, escrita em 1974 e publicada em 1979.

São apenas três páginas de roteiro simples e charmoso. Todos os personagens principais são animais, e os únicos dois humanos que vemos são meros coadjuvantes, testemunhas incrédulas da ação dos bichos.

A palavra “banzé” é sinônimo de confusão, balbúrdia, bagunça. E é justamente isso que acontece nesta história: uma pequena bagunça causada por um filhote de macaco que aparece do nada na casinha do cachorrinho na hora da soneca e o atrai para uma aventura em uma “selva” que fica estranhamente próxima.

O comportamento do Banzé aqui, aliás, lembra bastante o de qualquer criança humana arteira e seria “ecoado” anos depois nas histórias do Biquinho. Há também uma forte influência de filmes de aventura na selva, em especial os dos personagens Tarzan e Jim das Selvas, referência do cipó usado como meio de transporte.

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E por falar em filmes, eu me lembro de, no início dos anos 1980, ter assistido em videocassete ao filme “Banzé no Oeste“, de Mel Brooks, que havia sido originalmente lançado justamente em 1974. Papai estava bastante animado com esse filme, que achou muito engraçado, mas eu, criança e fã dos quadrinhos Disney, pensei que veria o cachorrinho na tela e me decepcionei bastante. Quando, visivelmente desapontada, perguntei a ele onde estava o Banzé, que não aparecia nunca, ele riu bastante e me explicou o significado da palavra que dá nome ao personagem.

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