Uma máquina Muito Louca

História da Turma do Lambe Lambe, de Daniel Azulay, composta em maio de 1982 e publicada pela Editora Abril na revista da turma número 10 em fevereiro de 1983.

Esta é bastante original pela participação do personagem do próprio Daniel Azulay como parte da turma que criou (e principal herói da trama, é claro). O Daniel aparece também em outras histórias de outros autores, então acredito que essa participação especial foi ideia do próprio.

O resto é a brincadeira tecnofóbica de praxe, com a dificuldade da Xicória em lidar com um par de máquinas malucas enquanto tenta limpar o laboratório por ocasião do aniversário do Professor Pirajá.

E por falar em aniversários, fiquei sabendo (como todo fã de quadrinhos, aliás) que o Daniel completou 70 anos de vida recentemente. Deixo aqui meus parabéns ao artista, e o meu obrigada por ter deixado papai brincar com os seus brinquedos. 😉

Algodão doce para você, Daniel!

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A História dos Quadrinhos no Brasil, e-book de autoria de papai, pode ser encontrado na Amazon 

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A Galinha Marciana

História da Turma do Lambe-Lambe, de Daniel Azulay, escrita em abril de 1982 e publicada pela Editora Abril em setembro do mesmo ano, na revista número 5 da série.

É uma comédia de erros desencadeada pela falta de comunicação entre o Professor Pirajá e a Galinha Xicória. Ele inventa algo importante, mas não quer contar a ela o que é. O problema é que ele resolve esconder tudo, fórmula e invenção, justamente na cozinha. Daí até a empregada encontrar e fazer a maior confusão são dois palitos.

Interessante é a sacada do “desmaio ao contrário”: já que ela não pode cair para baixo, por força da poção que tomou, então ela acaba indo bater no teto.

Xicoria marciana

O resto da trama é uma confusão e histeria coletiva com o tema “discos voadores”, na qual até mesmo a galinha flutuante é confundida com um “marciano”. A coisa toda lembra um pouco várias outras histórias de invenções e UFOs que papai escreveu naqueles tempos para a Disney.

E a “lição de moral” é clara: quem vive em uma casa com outras pessoas não deve ter segredos absolutos, nem escondê-los onde possam ser facilmente encontrados. O mesmo vale para materiais perigosos, como certos produtos de limpeza, por exemplo. Uma comunicação franca e verdadeira, por mais que você ache que a outra pessoa não vai entender, e mesmo que seja só para dizer “não mexa nisso”, é sempre a melhor política.

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Gilda em Hollywood

História da Turma do Lambe Lambe, de Daniel Azulay, criada em julho de 1982 e publicada pela Editora Abril em novembro do mesmo ano.

Pode-se dizer que este foi mais um de vários “projetos especiais”, dos quais papai era convidado a participar de tempos em tempos. A cada vez que aparecia um novo autor para publicar seu projeto pela Abril, a “casa” disponibilizava seus melhores artistas para participar, e papai entre eles.

A “paleta de personagens” de Azulay mistura figuras mistas de animais, como ocorre com os personagens da Disney, e seres mais antropomórficos, ao estilo MSP e Ely Barbosa. Ao que parece, quanto mais jovem o personagem, menor a chance de ele ser representado como um animal. Todas as crianças representadas têm uma aparência bastante humana. Já os adultos são todos meio zoomórficos.

Já a história em si é uma aventura em Hollywood, que logo de saída começa com a Gilda, uma personagem atriz e cantora com cara de vaca que lembra bastante a Clarabela da Disney (e Gilda, um filme clássico dos anos 1940), saindo do avião para participar da gravação de um filme.

Gilda Hollywood

É uma comédia de erros, com muitas confusões, um caso de identidade trocada, uma crise de soluços que ameaça por tudo a perder e até mesmo tietagem por parte do Bufunfa, o elefante namorado da Gilda, com uma atriz famosa. O nome da tal atriz, Bô Dearaque, é um daqueles trocadilhos que com o tempo se tornaram uma marca registrada de papai, e uma referência à atriz Bo Derek.

Gilda Hollywood1

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